quarta-feira, 25 de maio de 2011

Fim de aliança entre PTB e PSDB no Piauí


24/05/11, 14:17

Sílvio Mendes anuncia o fim de aliança entre PTB e PSDB no Piauí

O ex-prefeito denuncia ainda que os partidos da base governistas estão tentanto "isolar" o PSDB.

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O ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB), afirmou, em entrevista exclusiva à TV Cidade Verde, que a aliança entre os tucanos e o PTB é algo que ficou no passado. Na oportunidade, o médico comentou a situação da saúde na capital, no dia em que se comemorara três anos do Hospital de Urgência de Teresina (HUT).



“A relação entre os partidos está no passado. Foram 11 anos de bom relacionamento em que tivemos apoio na vice-prefeitura. Fizemos muitas coisas juntos. Evoluímos a saúde, a educação, mas passou. O PSDB tem uma história e anda de cabeça erguida. Temos o respeito da população”, analisou Sílvio Mendes.

O ex-gestor avaliou as dificuldades de manter-se a oposição no atual contexto político do Estado e da capital. Sílvio Mendes ainda denunciou que o PSDB está sendo perseguido e sofre de uma tentativa de isolamento, já que assumiu a contraposição a um dos governos com o maior apoio da história política do Piauí.

“Pouca vezes vimos uma gestão tão forte. Para fazer oposição é preciso ter muita coragem. Muita gente não tem coragem de ser oposição e se rende ao poder. Estão tentando isolar o PSDB. Na prefeitura, por exemplo, estão perseguindo e tirando gratificações de servidores que nos apóiam”, informou o ex-prefeito de Teresina.

Sobre HUT“Ele sozinho não vai obrar milagres. É preciso que os governantes façam seu dever de casa, principalmente o Piauí e o Maranhão. O maior número de atendimentos do hospital são para pacientes do Maranhão e de cidades vizinhas a Teresina”, criticou Sílvio Mendes.

Com informações de Elivaldo Barbosa (TV Cidade Verde)
Redação de Lívio Galeno
liviogaleno@cidadeverde.com
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Hugo propõe o 1º Emprego em âmbito federal


19/05/11, 18:27

Hugo propõe o 1º Emprego em âmbito federal

O programa fez parte das políticas de inserção da mão de obra jovem no mercado de trabalho na gestão de Napoleão.

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O deputado federal Hugo Napoleão (PSD) propôs na Câmara Federal, Indicação de Projeto de Lei, para a criação do Programa de Estágio ao Primeiro Emprego em âmbito federal. O programa fez parte das políticas de inserção da mão de obra jovem no mercado de trabalho na gestão de Napoleão, no governo do Piauí.


“Através do SERSE, o Serviço Social do Estado, o governo inseria jovens já cadastrados no mercado de trabalho através de empresas e de órgão da administração pública”, justificou o deputado.

A inserção ocorria através do contrato de estágio de jovens entre 18 e 30 anos através do SERSE, mas com a interveniência obrigatória da instituição de ensino ao qual o jovem devia estar matriculado e cursando. O contrato era firmado mediante termo de compromisso de estágio, de acordo com o que reza a legislação trabalhista.

“Um dos critérios era de que o estagiário estivesse formalmente frequentando o ensino especial, médio ou superior; fosse cadastrado no SERSE e ainda não possuísse vínculo empregatício no presente ou no passado”, esclareceu Hugo Napoleão.

Já as empresas que concediam estágios de seis meses no âmbito do Programa Primeiro Emprego recebiam incentivos fiscais, “entretanto, deviam contratar pelo menos cinqüenta por cento dos estagiários como empregados efetivos”.

A indicação do deputado Hugo Napoleão foi apresentada à Mesa Diretora da Câmara, na sessão desta quarta-feira, dia 18. Segundo o deputado, “o programa logrou êxito no Estado do Piauí e por isso entendemos que alcançaria grande sucesso como um programa federal”.


Além disso, garante Napoleão, “um programa federal nestes termos contribuirá para resolver um dos maiores problemas enfrentados pela juventude brasileira que é a falta de capacitação profissional”.


Da Redação
redacao@cidadeverde.com
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Obama negou que Bin Laden seja 'mártir' e citou Brasil como exemplo.


19/05/2011 13h27 - Atualizado em 19/05/2011 16h27

Obama defende Estado Palestino com fronteiras anteriores a 1967

Presidente dos EUA pediu a renúncia de mais ditadores nos países árabes.
Democrata negou que Bin Laden seja 'mártir' e citou Brasil como exemplo.

Do G1, com agências internacionais
O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta quinta-feira (19) que espera que mais líderes deixem o poder no mundo árabe, depois das quedas dos regimes ditatoriais de Tunísia e Egito.
Em um longo discurso na Casa Branca sobre a política norte-americana para os países arabes, Obama reafirmou o compromisso americano em promover as reformas e a transição para a democracia na região, criticou o uso da violência na repressão aos protestos, e pediu que Israel e palestinos façam concessões para a criação de um Estado Palestino, nas fronteiras anteriores a 1967 e desmilitarizado.
"Temos uma oportunidade histórica. Temos uma chance de mostrar que a América valoriza mais a dignidade de um vendedor de rua da Tunísia do que o poder de um ditador", disse.
O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa sobre a política americana para os países árabes, nesta quinta-feira (19) na Casa Branca (Foto: AP)O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa sobre a política americana para os países árabes, nesta quinta-feira (19) na Casa Branca (Foto: AP)
O democrata afirmou que, nos próximos meses, os EUA vão mobilizar todos os recursos possíveis para encorajar as reformas.
Obama negou que Osama bin Laden, líder da rede terrorista da al-Qaeda morto em 2 de maio pelos americanos no Paquistão, seja um "mártir". O democrata disse que as ideias do saudita são rejeitadas na região.
O democrata também afirmou que o destino dos EUA está ligado ao do Oriente Médio e  ao do norte da África, agitados por uma série de rebeliões populares desde o início do ano.
Ele afirmou que é um erro o fato de o poder estar concentrado nas mãos de "muito poucas pessoas na região".
Para Obama, o caminho da repressão, seguido por muitos regimes na região, não funciona mais.
"Os acontecimentos dos últimos seis meses nos mostram que as estratégias de repressão e repúdio não funcionarão mais", disse.
Ele também citou o papel importante que as novas tecnologias da informação desempenham na difusão dos ideais democráticos.
Obama voltou a citar o Brasil - ao lado da Índia e da Indonésia como um dos exemplos de países que estão evoluindo em um ambiente democrático e tecnológico. -como já havia feito em seu discurso no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em março deste ano.
Obama afirmou que, em alguns casos, a mudança vai levar tempo, e em outros será mais rápida. "Havera bons dias e maus dias", previu.
Israel e palestinos
Obama afirmou que Israel precisa agir "corajosamente" para avançar no processo de paz com os palestinos, mas voltou a defender o direito de defesa do estado israelense.
Ele disse que o futuro Estado Palestino na região deve ser traçado baseado nas fronteiras anteriores a 1967 e que deverá ser desmilitarizado.
"As fronteiras de Israel e Palestina deveriam se basear naquelas de 1967, com trocas mútuas e acertadas de forma que fronteiras seguras e reconhecidas sejam estabelecidas nos dois Estados", disse.
"A retirada completa e em etapas das forças militares israelenses deve ser coordenada com a pretensão da responsabilidade de segurança palestina em um estado soberano e não militarizado", acrescentou.
"A duração deste período de transição precisa ser acertada e a efetividade de arranjos de segurança precisam ser demonstrados."
Segundo o americano, a necessidade de um acordo de paz na região é "mais urgente do que nunca".
Obama também rejeitou o que ele chamou de uma tentativa de "isolar" Israel na ONU em setembro.
"Para os palestinos, os esforços para deslegitimar Israel terminarão em fracasso. Ações simbólicas para isolar Israel nas Nações Unidas em setembro não contribuirão para criar um Estado independente", alertou.
Os palestinos querem proclamar seu Estado soberano na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Para isso, exigem a retirada israelense de todos os territórios ocupados desde junho de 1967, incluindo Jerusalém Oriental.
Israel conquistou naquele ano a parte oriental, árabe, de Jerusalém, e não abre mão dela, já que considera a cidade a capital eterna e indivisível do Estado de Israel.
O principal impasse ocorre porque os palestinos querem que Israel pare de construir assentamentos para seus cidadãos no território que inclui áreas ao redor de Jerusalém Oriental, capturadas por Israel no confronto de 1967.
Líbia
Falando sobre a Líbia, onde os EUA participam de bombardeios liderados pela Otan contra forças do contestado ditador Muammar Kadhafi, Obama justificou a ação argumentando que "milhares teriam sido mortos" no país se não fosse a intervenção aliada.
O americano disse que o tempo está contando contra o coronel Kadhafi e que, no final, ele acabará tendo de deixar o poder, pressionado pela revolta popular iniciada no leste do país.
Crianças líbias fazem sinal da vitória em hospital de Benghazi, sede da resistência anti-Kadhafi no país (Foto: Reuters)Crianças líbias fazem sinal da vitória em hospital de Benghazi, sede da resistência anti-Kadhafi no país (Foto: Reuters)
Síria
Obama também instou o presidende da Síria, Bashar al Assad, a liderar o processo de transição do país para a democracia, ou a "sair do caminho". Ele disse que Assad deve dialogar com a oposição ou corre o risco de ficar "isolado".
Iêmen e Bahrein
Obama afirmou que o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, deve cumprir a promessa de transferir o poder, e também disse que os líderes do Bahrein devem criar condições para o diálogo com a oposição.
O Iêmen, base de um atuante ramo da rede terrorista da al-Qaeda, é um importante aliado americano na região.
Convidada faz vídeo do presidente Obama durante o discurso desta quinta (19) (Foto: AP)Convidada faz vídeo do presidente Obama durante
o discurso desta quinta (19) (Foto: AP)
Tunísia e Egito
O democrata afirmou que as autoridades americanas vão ajudar os novos governos democráticos da Tunísia e do Egito a recuperar os fundos "roubados" por integrantes corruptos dos regimes anteriores.
Ele anunciou um programa para oferecer US$ 1 bilhão de alívio da dívida para financiar o Egito e a Tunísia, com base no apoio financeiro que sustentou a evolução do leste europeu pós-soviético.
Especificamente, o plano buscará reorientar o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento, que ajudou a reconstruir economias de mercado na Europa pós-comunista, a desempenhar um papel similar no Oriente Médio.
Os Estados Unidos também trabalharão com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Desenvolvimento Africano para liberar mais financiamento e garantias de crédito para encorajar a reforma democrática no mundo árabe, afirmaram fontes oficiais.
A intenção do Plano Árabe, de Obama, parece ser uma tentativa de combater a privação econômica e os prospectos miseráveis de grandes porções da população árabe que, junto com a repressão aos direitos básicos, levou aos protestos.
Mulheres
O americano disse que a região só vai conseguir atingir todo seu potencial de desenvolvimento se der direitos iguais às mulheres.
O democrata também afirmou que a corrida por armas nucleares na região "não beneficia a ninguém".


 
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domingo, 15 de maio de 2011

A revista Isto É destacou o senador piauiense como um dos políticos que querem mudar o Senado a curto prazo.


15/05/11, 09:34

W. Dias é destaque em revista como "senador que quer mudar o Senado"

A revista Isto É destacou o senador piauiense como um dos políticos que querem mudar o Senado a curto prazo.

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A revista Isto É desta semana destacou o senador piauiense Wellington Dias como um dos políticos que querem mudar o Senado a curto prazo.


Confira a reportagem:


Eles querem mudar o Senado
Um grupo de senadores, formado principalmente por ex-governadores acostumados com o Executivo, decide liderar um movimento para acabar com a inércia, os desmandos e gastos exorbitantes

Blairo Maggi (PR-MT), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Wellington Dias (PT-PI),
Luís Henrique da Silveira (PMDB-SC), Jorge Viana (PT-AC), Pedro Simon (PMDB-RS) e
Eduardo Braga (PMDB-AM): dispostos a encarar a reforma

 
Dois anos depois do escândalo que revelou o caos administrativo do Senado, pouco ou quase nada foi feito para eliminar o histórico desperdício de dinheiro público, excesso de servidores, mordomias e privilégios. Mas esse quadro de inércia pode começar a mudar. Um grupo de senadores em primeiro mandato, a maioria deles ex-governadores, espantou-se com o que viu e está defendendo mudanças no curto prazo. “O tempo do verbo é diferente no Executivo e no Legislativo. Lá, falamos ‘vou fazer, já fiz’; aqui, falam ‘estamos providenciando, estamos fazendo’. É um gerúndio que não acaba nunca”, constata o senador Eduardo Braga (PMDB), ex-governador do Amazonas e um dos envolvidos no processo. “A indignação dos senadores que chegam é muito grande. Há coisas que não são necessárias, excesso de gastos, marasmo nas decisões. Agora, vai haver mudanças”, completa o senador Blairo Maggi (PR), ex-governador de Mato Grosso. As sugestões dos novos senadores foram consolidadas num relatório que será apresentado, na terça-feira 17, ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

A renovação dos quadros do Senado, com a eleição de dois terços do plenário, favorece o clima de mudanças. “Se não aproveitarmos este momento, não faremos lá adiante. O momento de fazer é neste primeiro ano”, avisa Wellington Dias (PT), ex-governador do Piauí. Responsável pelo relatório, o senador Ricardo Ferraço (PMDB), ex-vice-governador do Espírito Santo, aproveitou as recomendações da Fundação Getulio Vargas, os estudos feitos por uma comissão de senadores no ano passado, as informações colhidas em audiências públicas e as sugestões feitas pelos colegas interessados no tema. Todo o trabalho foi realizado em apenas 70 dias, mas ele salienta que o relatório é realista: “Temos que fazer um enfrentamento com responsabilidade, senão vira bravata, só para marcar posição, sem garantir avanços para a estrutura da Casa.” O relator lembra que as distorções se acumularam por anos, até pela falta de apreço dos senadores pelos assuntos administrativos. “A gestão da Casa foi delegada a um pequeno grupo. O Senado cresceu, mas não foi organizado. Foram se criando ilhas, com orçamento próprio, autonomia, como se não houvesse um caixa único”, disse Ferraço.

Um exemplo de desperdício é o serviço médico do Senado. “Nasceu como um serviço de emergência. Hoje, temos um hospital com 40, 50 médicos. Tanto servidores quanto senadores têm planos de saúde. Então, qual o sentido desse hospital?”, questiona Ferraço. Os senadores não têm limites para despesas médicas. Basta apresentar o recibo do hospital, geralmente os mais caros do País. A reportagem de ISTOÉ esteve no hospital durante a semana. O movimento era muito reduzido, com dezenas de cadeiras vazias na sala de espera e os funcionários de braços cruzados. Uma visão completamente oposta à dos hospitais do Sistema Único de Saúde. O centro de processamento de dados Prodasen, a gráfica e o Interlegis são outros exemplos de ilhas administrativas com total autonomia.



“Isto era um centro médico de emergência, que hoje
tem 50 médicos. Qual é o sentido deste hospital?”
Ricardo Ferraço, senador

 

A Polícia Legislativa também apresenta distorções. Há 338 cargos preenchidos, mas apenas 148 policiais estão lotados na unidade. O restante está espalhado pelos gabinetes de senadores e outros setores da administração. “Não consegui a localização exata deles, mas tem até um chefe de gabinete de senador. Isso prova que não havia necessidade de uma estrutura tão grande”, argumenta Ferraço. Outra proposta prevê a limitação dos cargos de confiança à disposição dos senadores. Cada gabinete tem 12 desses postos, num total de 972. Mas é permitida a multiplicação dos cargos, até o limite de 81 por gabinete, chegando a uma soma de 6,5 mil empregos. A maioria é lotada nos Estados de origem dos parlamentares, onde estão os seus eleitores e cabos eleitorais. Seguindo uma recomendação da FGV, o relator propõe a redução de 20% dos cargos de confiança e 55% das funções comissionadas – gratificações pagas a servidores efetivos. Wellington Dias afirma que há áreas do Senado com excesso e outras com carência de servidores. “Temos que fazer um levantamento em cada setor e definir os quadros existentes, para aproveitar os excedentes, porque isso onera o contribuinte.”

É quase um consenso que a reforma administrativa deve passar pela redução do número de servidores. “Temos quase dez mil servidores. Não sei onde está tanta gente. Os presidentes vão passando, mas o corpo da Casa assumiu o comando. Não vai ser fácil mexer. A responsabilidade é muito grande, mas as forças contrárias também são”, alerta Maggi. Ele acrescenta que, além da reforma na estrutura do Senado, é necessária também uma mudança no processo legislativo. “O resultado do nosso trabalho é pequeno. Não existe espaço para os grandes debates. Eu defendo a fixação de um dia na semana para isso.” O senador lembra, com ironia, que foi criada até uma universidade no Senado, a Unilegis. A morosidade nas decisões e a falta de agilidade na execução preocupam o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC). “A burocracia é superior àquela que a gente tem no Executivo. É preciso agilizar os procedimentos. Hoje, com a internet, com a informatização, é possível obter soluções mais rápidas.”

O senador Jorge Viana (PT-AC) aponta responsáveis pelos desmandos no Senado. “Põe na conta do Democratas, que mandou e desmandou durante anos como se a administração tivesse dono. Tiveram poder para fazer as mudanças. Se não mudaram nada é porque não queriam mudar. O desafio não é tão grande”, afirma. Ele concorda que o momento é favorável às mudanças. “Agora, metade dos senadores ex-governadores, ex-prefeitos ou ex-ministros, todos com experiência administrativa. É preciso que todos entendam que essa mudança é necessária até para recuperar a imagem da Casa, que ficou bastante desgastada nos últimos anos.” A expectativa do combativo veterano Pedro Simon (PMDB-RS) é semelhante. “Começamos a discutir seriamente uma reforma administrativa e, com a chegada de novos senadores, todos experientes e realmente empenhados, estamos cumprindo o nosso dever e avançando.” Portanto, a hora de mudar o Senado é esta.




Fonte: Isto é
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quarta-feira, 11 de maio de 2011

O dinheiro será usado em obras como o asfaltamento entre Canto do Buriti e Itaueiras


11/05/11, 13:13

Dilma dá R$ 4,5 bilhões e autoriza negociação do pré-sal, diz Wellington

Dinheiro já tem destinação certa no Piauí. Votação do pré-sal deve acontecer em junho.

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A negociação entre os prefeitos e a presidente Dilma Rousseff teve bons frutos. Segundo o senador Wellington Dias (PT), a presidente liberou R$ 4 bilhões para o PAC/Funasa e R$ 500 mil  para convênios de prefeituras. As discussões foram feitas durante a Marcha dos Prefeitos a Brasília. Mais de 100 prefeitos do Piauí compareceram.

No Piauí, o dinheiro será usado em obras como o asfaltamento entre Canto do Buriti e Itaueiras, em Dom Inocêncio, calçamentos, unidades de saúde e outras obras importantes.

A presidente também sinalizou positivamente para a aprovação da Emenda 29, em que os estados deverão aplicar 12% de seus impostos e os municípios 15%. 

Thiago Amaral/Cidadeverde.com


Sobre a votação do veto e do projeto de distribuição dos royalties do pré-sal, enviado pelo ex-presidente Lula, Dilma afirmou que está aberta a negociar para que a decisão ocorra em junho.

"A presidente autorizou o entendimento e teremos boa capacidade de investimento. Nós colocaremos em pauta o projeto do veto e outro encaminhado pelo presidente Lula. Ela encaminhou que se encontre uma alternativa em que se observe a dificuldade financeira da União e as necessidades dos estados. O petróleo do mar pertence a todos os brasileiros. Acho que teremos todas as chances de chegar num entendimento", disse Wellington Dias.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Potycabana


09/05/11, 14:55

Governo estuda entregar Potycabana para administração de grupo privado

O governador Wilson Martins solicitou da equipe projeto para a reabertura e utilização do parque que está fechado.

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O Parque Potycabana poderá ser administrado pela iniciativa privada. Hoje (9), o governador Wilson Martins (PSB) admitiu a possibilidade de entregar a gestão para grupos privados ou entidade pública não estatal. 




Na reunião com equipe de governo, no Palácio de Karnak, o governador se mostrou chateado com o fechamento da Potycabana. Ele pediu a equipe que apresente um projeto para a reabertura e utilização da Potycabana.


“Quero uma utilização para a Potycabana”, disse o governador.

Fotos: Thiago Amaral

Pela primeira vez, o governador se mostrou simpático a terceirização dos serviços da Potycabana para a iniciativa privada. 


Amanhã, o governador convocou uma reunião para tratar especificamente sobre os rumos do parque. 



“A preocupação do governador é que a Potycabana tenha uso público. Não tem sentido investir recursos e o parque não ser reaberto”, afirmou o Coordenador de Comunicação, Fenelon Rocha.


A Potycabana está fechada desde 2008 e o cenário é de abandono e destruição. Mês passado, a Curadoria do Meio Ambiente entrou com ação civil pública para embargar as obras no local. A proposta do Ministério Público é transformar a área em parque ambiental e retirar toda a estrutura como piscina, topoágua e playground. 



Flash Yala Sena
yalasena@cidadeverde.com

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